18 de jul. de 2014


Wolfgang                                       Furlan
Wolfgand Abel e Mario Furlan foram presos por uma serie de assassinatos, na Itália entre 1977 e 1984. Ambos diziam-se inocentes, “que foram pegos como  bodes-expiatórios,” para uma força polical, que não conseguiu encontrar os verdadeiros criminosos.
Na cena do crimes:
Em cada cena de um crime, havia um folheto escrito em italiano, cod-nome “Ludwig,” sobre uma águia nazista e suástica.  Cada bilhete, um slogan, como: “Nós somos o último dos nazistas”e “A morte vem para aqueles que traem  o verdadeiro deus”, e explicava o motivo de cada assassinato.
De acordo com os folhetos, as vitimas foram escolhidas porque eram “sub-humanos,” sendo; homossexuais , prostitutas, viciados em drogas, logo, precisava ser eliminada.
*A carreira de Abel e Furlan, como criminosos começou em agosto de 1977, quando eles queimaram vivo, um viciado em drogas Gypsy,.
*Em Pádua, esfaquearam o trabalhador de um cassino até a morte. Em seguida, espancaram e esfaquearam  um garçom, homossexual, em Veneza, o jovem não  resistiu as 34 facadas.
*Em Vicenza, impiedosamente, esmagaram o crânio de uma prostituta;  e martelaram  a cabeça  de dois sacerdotes. Em Verona, queimaram um mochileiro que dormia.
*Em Trento, um padre foi morto com um prego, martelado na testa, seguido de um cinzel com uma cruz de madeira sobre ela.
Em 3 de Março de 1984, em Mântua os irmãos foram pegos, vestidos  em trajes Pierrot, enquanto  encharcavam  o carpete, e móveis de uma discoteca lotada.     

Julgamento
Apesar de terem sido presos em Março de 1984, o julgamento não começou até dezembro de 1986, mas, passaram o intervalo presos. O julgamento durou até 1987, quando ambos foram considerados culpados de 10 das 27 acusações por assassinatos.
Os irmãos foram condenados a 30 anos de prisão. Entretanto, nos processos de recurso, foram libertados sob fiança.
Abel mudou-se para Mestrino, enquanto  Furlan para Casale Scodosia, logo fugiu do país, mas foi capturado em maio de 1995. Furlan  estava vivendo em Creta, sob nome falso e foi extraditado para Itália. Entretanto, o tribunal de apelações em Veneza, já os tinham condenado  a 27 anos de prisão, Furlan tentou  suicídio.
Em abril de 2008, Furlan apelou para ser liberado, aos cuidados da assistência social, o pedido foi negado, mas, foram tomadas medidas para sua libertação. Furlan  foi solto em janeiro de 2009. Até onde se sabe, Abel continuou a cumprir sua pena.