Wolfgang Furlan
Wolfgand Abel
e Mario Furlan foram presos por uma
serie de assassinatos, na Itália entre 1977 e 1984. Ambos diziam-se inocentes, “que
foram pegos como bodes-expiatórios,”
para uma força polical, que não conseguiu encontrar os verdadeiros criminosos.
Na cena do crimes:
Em
cada cena de um crime, havia um folheto escrito em italiano, cod-nome “Ludwig,” sobre uma águia nazista e suástica. Cada bilhete, um slogan, como: “Nós
somos o último dos nazistas”e “A morte vem para aqueles que traem o verdadeiro deus”, e explicava o
motivo de cada assassinato.
De
acordo com os folhetos, as vitimas foram escolhidas porque eram “sub-humanos,”
sendo; homossexuais , prostitutas, viciados em drogas, logo, precisava ser
eliminada.
*A
carreira de Abel e Furlan, como criminosos começou em agosto de 1977, quando
eles queimaram vivo, um viciado em drogas Gypsy,.
*Em
Pádua, esfaquearam o trabalhador de um cassino até a morte. Em seguida, espancaram
e esfaquearam um garçom, homossexual, em
Veneza, o jovem não resistiu as 34
facadas.
*Em
Vicenza, impiedosamente, esmagaram o crânio de uma prostituta; e martelaram a cabeça de dois sacerdotes. Em Verona, queimaram um
mochileiro que dormia.
*Em
Trento, um padre foi morto com um prego, martelado na testa, seguido de um
cinzel com uma cruz de madeira sobre ela.
Em 3 de
Março de 1984, em Mântua os irmãos foram pegos, vestidos em trajes Pierrot, enquanto encharcavam o carpete, e móveis de uma discoteca lotada.
Julgamento
Apesar de
terem sido presos em Março de 1984, o julgamento não começou até dezembro de 1986,
mas, passaram o intervalo presos. O julgamento durou até 1987, quando ambos
foram considerados culpados de 10 das 27 acusações por assassinatos.
Os irmãos foram
condenados a 30 anos de prisão. Entretanto, nos processos de recurso, foram
libertados sob fiança.
Abel mudou-se para
Mestrino, enquanto Furlan para Casale Scodosia, logo fugiu do país, mas foi capturado
em maio de 1995. Furlan estava vivendo
em Creta, sob nome falso e foi extraditado para Itália. Entretanto, o tribunal
de apelações em Veneza, já os tinham condenado a 27 anos de prisão, Furlan tentou suicídio.
Em abril
de 2008, Furlan apelou para ser
liberado, aos cuidados da assistência social, o pedido foi negado, mas, foram
tomadas medidas para sua libertação. Furlan
foi solto em janeiro de 2009. Até onde
se sabe, Abel continuou a cumprir sua pena.